"A Bonis Bona disce"

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fase ou estagio de Projetos - Parte 1





Todo o projeto possui cinco fases : Iniciação, Planejamento, Execução, Controle, Encerramento.


Podemos resumir a definição da fase de iniciação como sendo a fase de decisão se um projeto deve ser iniciado ou não, é a fase das escolhas estratégicas de projetos. A fase de iniciação é importante, pois sempre devemos partir da premissa de que as necessidades são infinitas e os recursos são finitos o que nos leva sempre a tomar a decisão de qual projeto devemos iniciar em detrimento de outro. Para decidir quais os projetos devem iniciar, as empresas devem estabelecer os critérios para apoiar essa decisão. Podemos citar como exemplo desses critérios o retorno sobre investimento que o projeto trará, alinhamento a estratégia da empresa, os riscos envolvidos, … Essa é sempre uma fase dificil, pois a decisão deve ser rápida e a empresa dispõe de pouca informação para decidir, além do mercado estar em constante mudança.
 deve ser iniciado, a próxima fase é a fase de planejamento do projeto. O principal objetivo dessa fase é elaborar mais detalhadamente as informações reunidas na fase de iniciação. Vale lembrar que a decisão de iniciar o projeto nem sempre é definitiva, pois durante a fase de planejamento ao detalhar mais sobre o projeto pode se chegar a conclusão de que o projeto é inviável e que deve ser cancelado. Por exemplo, durante a fase de iniciação projetou-se que o retorno sobre o investimento seria de 3 por 1 (para cada 1 real investido haveria 3 reais de retorno) com um custo total de 1 milhão de reais, mas ao detalhar mais o projeto chegou-se a conclusão de que o projeto terá um custo de 5 milhões de reais. Nesse caso, como a premissa inicial para a tomada de decisão não vale mais (o custo projetado inicialmente era apenas 1/5 do real), o projeto  retorna para o comitê de decisão para a nova decisão se ele continua assim mesmo ou não.

Realizada a decisão se determinado projeto,detalhando com mais precisão quais os requisitos do produto a ser criado e quais os benefícios que devem ser alcançados ao final do projeto. Após esse detalhamento do escopo, parte-se para definição das atividades necessárias para desenvolvimento do produto a ser entregue, além de quais os recursos(habilidades e recursos físicos) serão necessários, lembrando que o gerente do projeto não deve perder de vista qual a qualidade do produto esperada pelo cliente. A descrição acima refere-se as áreas de conhecimento de escopo, tempo, custo e qualidade. Mas um planejamento de um projeto não se resume a esses 4 elementos. Temos que levar em consideração a comunicação, os riscos, as pessoas e a integração entre esses elementos.
Continuando na fase de planejamento, nessa fase será criada a base para as decisões que serão tomadas ao longo do . A primeira preocupação do gerente do projeto deve ser com o maior detalhamento do escopo do projeto 
 A comunicação em um projeto é a parte mais importante para a boa gestão do projeto. 90% do tempo do gerente do projeto é gasto com comunicação. Comunicação que é necessária para manter a equipe alinhada aos objetivos do projeto, para resolução dos problemas com eficiência e para estabelecer a responsabilidade de cada um no projeto.
Os riscos são importantes para desenvolver uma atitude de proatividade na equipe do projeto. Vale aquela máxima “É melhor previnir do que remediar”. O gerente do projeto deve estar sempre atento a qualquer sinal de problema para o projeto e agir proativamente para evitar que esse risco torne-se um problema utilizando muita criatividade, liderança e de muita comunicação. As antenas devem estar ligadas o tempo todo.
Em todo esse processo, não podemos esquecer das PESSOAS, pois sem as PESSOAS não há como realizar o projeto. E aí entra as habilidades de liderança do lider do projeto em manter a equipe motivada, focada no objetivo do projeto e atuando em colaboração com todos os membros da equipe.
Todos esses elementos do planejamento devem estar integrados, ou seja, as pessoas certas para realizar as atividades certas, as atividades de monitoração dos riscos previstas no seu cronograma, as responsabilidades estabelecidas, os custo estimados com a maior precisão possível. Também não podemos desconsiderar os procedimentos que a empresa possui e que devem ser seguidos como, por exemplo, caso esse projeto seja realizado em uma empresa estatal você provavelmente terá que levar em consideração procedimentos ligados a licitação para compra de determinados recursos.  Após todo esse trabalho de integração, você terá o seu plano de projeto elaborado e chegaremos ao segundo ponto de decisão de um projeto que é a aprovação do plano. Nesse caso, é importante que seja realizada uma reunião com todos os participantes da equipe do projeto (solicitante e executante), além dos demais interessados do projeto (demais stakeholders e intervenientes) para que seja apresentado o plano e ratificado os acordos estabelecidos quanto as responsabilidades de cada um no projeto e com os prazos estabelecidos.
 É sempre bom lembrar que nenhum planejamento é perfeito e que o importante é estar sempre monitorando o ambiente e fazendo os ajustes, afinal de contas, ninguém tem bola de cristal para saber tudo o que vai acontecer durante todo o projeto. Esse fase que detalhamos acima é onde há um maior esforço para o planejamento, mas não é o esforço definitivo de planejamento. O gerente do projeto deve estar planejando constantemente o projeto.

Fase ou estagio de Projetos - Parte 2






Todo o projeto possui cinco fases : Iniciação, Planejamento, Execução, Controle, Encerramento.
Mas há variáveis que para qual precisamos estar preparados.

SURTO
Acordei no momento em que estava caindo... Caindo...
Mas se era apenas um sonho, pergunto-me de onde vem essa dor que agora sinto? Como se a queda, a corrida, a luta; fossem reais.
De onde vem este cansaço? Essa agonia que não cessa e insisti perturbar-me no calar da noite.

Tudo foi muito real e absurdo, e até certo ponto tenho medo de perguntar a alguém se foi um sonho ou realidade.
Sinto-me perdido.
Mais que cego no meio de um tiroteio, diria engraçadinhos bem humorados.
Mas a procura quando se está perdido não é engraçada. Não que um cego no meio de um tiroteio seja, mas bem, não sei... Ambos são dolorosos numa proporção diferente.

No sonho, num determinado momento, percebi que era sonho, e desisti de lutar. Aceitei o fato de ser um sonho. Nada era real, portanto nada poderia me afetar.
Tenho certo medo de trazer esta linha de raciocínio à vida, involuntariamente.

Quando nos deparamos pela "milionésima" vez com as mesmas situações, acabamos por pensar: "Não tem mais jeito, desisto". E desistimos, como se fosse um sonho, como se não houvesse alternativas, como se aquilo já não nos pudesse prejudicar, de tanto que já prejudicou.

Que horrível chegar nesse estágio...

Para mim parece sempre haver saída, ou tento até a exaustão, pelo menos. Como em jogos quando chegamos à determinada fase e parece não ter uma solução, mas sempre há.
Demoramos até conseguir passar por aquela merda, e no fim, nem era tão difícil assim.

A vida é o jogo...
O foda é só ter uma 'vida', não ter bônus, nada... E pior, não sabemos a quantidade de fases desse jogo cruel!
A última pode ser hoje, amanhã, no mês que vem.

E no fim, qual será sua 'fase' favorita? Entendeu?
Entenderão aqueles que curtem jogos de passar fases; sempre tem a fase mais legal, que você deseja voltar e jogar outra vez.

Boa Sorte e Bons Negócios! E blá blá blá

terça-feira, 29 de novembro de 2011

DRE (Demonstração do Resultado do Exercício)


Como calcular a DRE ? PDF Imprimir

A DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) tem como principal objetivo demonstrar a formação do Resultado Líquido do Exercício, confrontando as receitas, despesas e custos apurados de acordo com o regime de competência 
A DRE tem a seguinte sequencia de cálculos, a cada etapa podem-se calcular alguns de seus principais integrantes.
        1. Comece com a RECEITA BRUTA DE VENDAS/SERVIÇOS
    ·        Deduzir DEDUÇÕES
    ·        Deduzir DEVOLUÇÕES
    ·        Deduzir ABATIMENTOS
    ·        Deduzir DESCONTOS COMERCIAIS INCONDICIONAIS
    ·        Deduzir TRIBUTOS SOBRE VENDAS/SERVIÇOS
    ·        O resultado será a RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS/SERVIÇOS 
    2. A partir da RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS/SERVIÇOS
      ·        Deduzir CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS/CUSTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS
      ·        O resultado será o LUCRO BRUTO 
      3. A partir do LUCRO BRUTO
        ·        Deduzir DESPESAS OPERACIONAIS
        ·        Deduzir DESPESAS COM VENDAS
        ·        Deduzir DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS
        ·        Deduzir OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS
        ·        Acrescentar OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS
        ·        O resultado será o LUCRO (OU PREJUÍZO) OPERACIONAL LÍQUIDO 
        4. A partir do LUCRO (OU PREJUÍZO) OPERACIONAL LÍQUIDO
          ·        Deduzir ou Acrescentar RESULTADOS NÃO-OPERACIONAIS
          ·        Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE DEBENTURISTAS
          ·        Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE EMPREGADOS
          ·        Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE ADMINISTRADORES
          ·        Deduzir AS PARTICIPAÇÕES DE PARTES BENEFICIÁRIAS
          ·        O resultado será o LUCRO (OU PREJUÍZO) LÍQUIDO DO EXERCÍCIO
          Observações:
          - Abatimentos não são dedutíveis dos Tributos sobre venda/serviços;
          - Tributos sobre venda/serviços são: ICMS, ISS, PIS, COFINS;
          - PIS/COFINS sobre a Receita Bruta é dedutível, sobre as demais receitas não será dedutível e sim uma Despesa Operacional;
          - A CSLL quando apurada pelo Lucro Real deve ser calculada antes da Provisão para o Imposto de Renda e depois das Participações;
          - Lucro Real é ajustado pelas adições, exclusões e compensações;
          - Lucro Presumido: quem se enquadra neste tipo de aferição não precisa fazer Escrituração Contábil, Livros Diário e Razão, mas precisa fazer Registro de Inventário e Livro Caixa;
          - O Prejuízo Acumulado deve ser deduzido da base de cálculo das participações. 
          Fonte: Concurso Publico Online

          quarta-feira, 9 de novembro de 2011

          Como buscar uma franquia

          Priscila Zuini - Exame.com - 31/10/2011


          Fazer buscas em diversas fontes ajuda a ter mais certeza sobre o negócio

          O franchising é um sistema de negócios que dá muito certo, prova disso é a presença de marcas franqueadoras por todo o mundo. A fonte de pesquisa campeã dos candidatos é a internet.
          Quanto mais você pesquisar e conhecer o sistema de franchising, mais chances terá de se realizar profissionalmente e conseguir retorno financeiro. Existem várias fontes de pesquisa e informação.
          As feiras de franquias são organizadas por vários realizadores. Anualmente, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) realiza uma feira. Compareça a este evento quando ele acontecer, pois é uma boa maneira de conhecer diversas empresas franqueadoras, apresentando seus negócios.
          Fique atento aos cadernos de negócios dos jornais, nos quais os negócios são constantemente apresentados e em revistas de negócios como a Exame PME. Aqui mesmo na página de franquias da Exame.com você encontrará várias oportunidades de negócios.
          Para quem pensa em trazer um negócio estrangeiro para o Brasil, uma boa dica é entrar no site da IFA (International Franchising Association), a maior entidade de franquias do mundo, e verificar a agenda internacional. O mesmo site também traz links para entidades e franquias de várias partes do mundo.
          Uma recomendação especial: tenha cuidado com franquias ofertadas através de intermediários, quaisquer que sejam costumam ter comprometimento com a comissão e não com a relação. Busque sempre avaliar o negócio diretamente com o franqueador e lembre-se de que quem não está preparado para vender diretamente sua franquia certamente não estará preparado para entregar aquilo que foi vendido por um terceiro.

          terça-feira, 23 de agosto de 2011

          SERRA SUL SHOPING

          O SerraSul Shopping será o maior e melhor shopping do sul de Minas. Um empreendimento nunca visto na região, com as melhores e mais completas opções de lazer, comércio, serviços e entretenimento.

          Confira o mapa com a distribuição dos pontos de lojas.

          Área do terreno: 145.154 m²
          Área total construída: 30.050 m²
          Área Bruta Locável (ABL): 21.300 m²
          Nº de pisos: conceito de shopping horizontal, com apenas um pavimento
          Nº de lojas: 150
          Lojas de alimentação:10
          Número de assentos (Praça de Alimentação): 576
          Lojas-âncoras: 4
          Megalojas: 2
          Lojas-satélites:122
          Lojas Life Style:9
          Número de assentos – Life Style: 232
          Cinema: 4 salas
          Vagas no estacionamento: 1.650
          Hipermercado:5.070,20 m²
           
           

          quarta-feira, 27 de julho de 2011

          10 Mandamentos

          Saiba que cuidados você deve tomar antes de ingressar numa rede de franquias e assinar o contrato com o dono da marca.
          Revista PEGN - 16/06 - ABF Franchising
          Apesar de o modelo de franchising estar em franca expansão no Brasil e no mundo, a abertura de um negócio não é garantia de sucesso. Se, por um lado, os empreendedores têm nas franquias a oportunidade de investir de forma mais segura do que num negócio próprio, por outro, as redes variam bastante no modo de funcionamento e no relacionamento com os franqueados. Para orientar quem deseja entrar nesse setor, a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com o consultor Marcus Rizzo, da Rizzo Franchise, e com a advogada Andréa Oricchio Kirsh, do escritório Cunha, Oricchio, Ricca, Lopes Advogados. Eles destacaram dez pontos importantes a serem observados antes da assinatura do contrato.
          AFINIDADE COM O NEGÓCIO
          Quem decide adquirir uma franquia, em geral, identifica-se diretamente com um determinado negócio. Na maioria das vezes, é aquele em que o interessado tem o hábito de consumo: roupas, alimentos, serviços. "Ao entrar no franchising, você vai ter de se dedicar quase integralmente ao seu negócio", diz a advogada Andréa Kirsh. "Se já é difícil se envolver com um trabalho quando se gosta, imagine se você não tem afinidade com ele."
          CARA A CARA COM O FRANQUEADOR
          Se a franquia de seu interesse é negociada por intermediários, cuidado. Eles são movidos pelo desejo de ganhar a comissão pela venda. Muitas vezes, fazem várias promessas que terão de ser cumpridas pelo franqueador. "A forma como você é atendido na hora da compra normalmente define como será atendido durante a operação", afirma o consultor Marcus Rizzo. Por isso, prefira fechar o negócio diretamente com o dono da rede. Além disso, investigue o franqueador da mesma forma que ele vai investigálo para saber se você será um bom franqueado. Ponto a favor se ele for associado à Associação Brasileira de Franquias (ABF). Dessa forma, estará obrigado a cumprir certas exigências, como apresentar o balanço para a análise da entidade.

          SUPORTE DO DONO DA REDE
          Fique atento a dois aspectos essenciais. Primeiro, o suporte pré-operacional oferecido pelo franqueador. Qual é a ajuda recebida antes e durante a implantação da franquia Depois, o apoio dado durante a operação. Como o franqueador auxilia a rede Qual a forma e a periodicidade com que faz isso
          QUALIDADE DO TREINAMENTO
          Conheça detalhes do programa de treinamento e veja se ele atende às suas necessidades. Avalie o tempo e a profundidade de cada curso, além da aplicação prática. O treinamento adequado cobre todas as atividades do chamado "front-office", da vitrine ao balcão, e também (principalmente) do "back-office".
          TERRITÓRIO DEMARCADO
          Caso a rede tenha lhe prometido exclusividade de atuação em determinado território, verifique se essa informação está clara no contrato. Esse tipo de cláusula evita que dois ou mais franqueados disputem mesmo público, o que pode ser negativo para ambos.
          DOCUMENTAÇÃO LEGAL
          É lei. Por meio da Circular de Oferta de Franquia (COF), o franqueador fornece dados detalhados do negócio e a lista completa das franquias, com telefone e endereço, incluindo as que se desligaram há pelo menos um ano. "Leia com cuidado e fique atento aos detalhes", diz Andréa Kirsh.
          Informações importantes devem constar nessa circular, como a minuta do contrato e se o negócio exige dedicação integral e exclusiva. Após a entrega da COF, o interessado tem ao menos dez dias para avaliar se quer entrar no negócio. "Não assine nem pague nada antes desse período", afirma a advogada.
          LUCRATIVIDADE DO NEGÓCIO
          Por meio da Circular de Oferta, o franqueador fornece uma Demonstração do Resultado em Exercício (DRE) de uma operação pro forma. Também são informados os valores a serem investidos no negócio. Com isso, é possível avaliar a lucratividade esperada. Mas atenção: o tempo de validade do contrato deve ser maior que o de retorno do investimento. Se este for de três anos, o contrato deve durar cinco ou mais.
          ESTRUTURA DE APOIO
          Entenda cada cargo da estrutura de organização da franqueadora e verifique quantos e quais estão voltados para orientar e dar suporte ao franqueado no dia a dia da operação do negócio.
          OPINIÃO DOS FRANQUEADOS
          É muito importante que o candidato converse e verifique detalhes do negócio com pelo menos quatro franqueados, sendo dois com menos de dois anos de operação e outros dois com mais tempo no negócio. Entre outros pontos, verifique se os investimentos que o franqueador aponta como necessários condizem com a realidade. Não se esqueça de, ao final, perguntar para cada um se compraria outra franquia dessa mesma marca. Se sim ou não, por quê
          CONTRATO DE FRANQUIA
          Normalmente, o contrato de franquia não é negociável. "Desconfie do franqueador que aceita alterar cláusulas solicitadas e abre espaços para negociar o contrato. Em franquias, 'fez para um, faz para todos'", afirma Marcus Rizzo. O contrato deve espelhar claramente as condições ofertadas pelo negócio avaliadas por você e importante não pode omitir detalhes sobre a renovação.


          segunda-feira, 27 de junho de 2011

          Pós-Recon: as últimas tendências de shopping centers

          Foi realizada no último dia 27 a Pós-Recon, que apresentou as principais informações e novidades do maior evento do setor de shopping centers do mundo, a Recon Las Vegas. Tendo como destaques o debate de temas como sustentabilidade, experiência de compra e tendências do mundo dos malls, a feira expôs dados inovadores do mercado, apresentados pelo sócio-diretor da BrandWorks e especialista em shoppings Luiz Alberto Marinho.

          Realizada entre 22 e 25 de maio no estado de Nevada, nos Estados Unidos, a Recon Las Vegas confirmou, mais uma vez, a necessidade da criatividade em ações, projetos e decoração de shopping centers, mostrando que o conceito de malls vem ganhando uma nova versão em todo o mundo.

          `No passado, os shoppings eram predominantemente prédios fechados, escuros e ocupados por lojas. Os novos projetos agora exploram largamente o uso de espaços abertos, onde as pessoas possam ver o céu e até tomar chuva. Mesmo shoppings mais antigos, que nasceram com o conceito de caixotes fechados, começam a agregar boulevares e praças`, comentou Marinho.

          `Uma característica importante dos shoppings no século 21 é o foco no entretenimento - os empreendimentos que conseguirem oferecer maior e melhor diversão saem na frente. Isso inclui não apenas cinemas e áreas de recreação, mas também diferentes opções gastronômicas`, explicou o especialista, acrescentando que, hoje, opções gastronômicas já começam a ser tidas como âncoras em malls internacionais.

          Outra tendência do mercado é a construção de complexos com áreas de uso misto, onde varejo, escritórios, hotéis, lazer e edifícios se misturam. Outlets e `lifestyle centers` também ganharam atenção especial na apresentação, se revelando como bons exemplos de sucesso, apesar de serem direcionados a diferentes públicos.
          Atraindo a atenção de frequentadores em busca de lugares agradáveis onde não vão necessariamente para fazer compras, os lifestyle centers cativam o público por meio de opções de lazer, sendo possível encontrar diversão e descanso para crianças e adultos nos locais.

          Direcionado para os que têm como foco principal ofertas e compras, os outlets mostram uma estrutura oposta dos lifestyle centers, abrigando lojas mais simples que as tradicionais e sem a preocupação com itens que compõem o concito de `experiência de compra`.

          `Comprar marcas boas com preços baixou virou moda entre os americanos após a crise de alguns anos atrás e, com isso, os outlets têm ganhado cada vez mais espaço entre as escolhas do público americano. Hoje nos Estados Unidos, inclusive, a frequência de clientes nesse modelo de empreendimento já se equipara à frequência dos shopping centers `, contou o especialista.

          Ressaltando a presença da preocupação com ações sustentáveis nos projetos dos shoppings atuais, o evento citou economia, ambiente e sociedade como os três pilares da sustentabilidade em malls. De acordo com o conteúdo apresentado na Recon, é preciso equilibrar estes três itens para que projetos sustentáveis possam sair do papel.

          `Isso tudo reflete uma mudança importante na cabeça do consumidor, que hoje vai aos shoppings movido não mais pela necessidade e sim pelo desejo de se sentir bem, o que obriga essa indústria a deixar de construir templos de consumo e abraçar a ideia de centros de diversão, conveniência e convivência`, concluiu Marinho.

          Fonte: ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers

          quarta-feira, 15 de junho de 2011

          BÊ-Á-BÁ DO FRANCHISING

          Copie a URL abaixo, cole na barra de navegação e obtenha informações do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior, sobre Franchising.
          http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1196794000.pdf

          sexta-feira, 3 de junho de 2011

          "Ou você tem estratégia, ou é parte da estratégia de alguém"

          Um homem de idade vivia sozinho em uma casa.
          Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.
          Seu único filho, que normalmente o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
          O homem estão escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando do problema:

          Querido filho, estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardim este ano.
          Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorava flores e esta é a época de plantio.
          Mas eu estou velho demais para cavar a terra.
          Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois está na prisão.
          Com amor.
          Papai.

          Pouco depois o filho enviou ao pai o seguinte telegrama:
          Pelo amor de Deus, papai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!
          As quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.
          Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
          Esta foi a resposta do filho para ele:
          Pode plantar seu jardim agora, papai. Isso é o máximo que eu posso fazer pelo senhor, no momento.
          Estratégia é tudo para uma pessoa... e para profissionais competentes!

          Nada como uma boa estratégia, para conseguirmos realizar coisas que parecem impossíveis.
          Assim, é importante repensar nas pequenas coisas que, muitas vezes, nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas e carreiras.

          (Autor Desconhecido)

          quinta-feira, 2 de junho de 2011

          Shopping Centers

          Sumário - O artigo procura mostrar os aspectos considerados relevantes para a localização e implantação de um Shopping, a sua organização interna e as modalidades de negócios que gera, assim como os vários tipos existentes. 
          A disseminação dos Shopping Centers é uma tendência mundial. Eles reúnem em um mesmo local dezenas ou centenas de lojas que comercializam uma gama diversificada de produtos, praças de alimentação que incluem fast food, comidas típicas e até restaurantes sofisticados, podendo dispor ainda de cinemas teatros e áreas de entretenimento infantil. Alguns Shoppings promovem, em seus espaços internos ou externos não ocupados, shows e exposições diversas de cunho cultural ou comercial. Essa diversidade de opções é oferecida ao público respaldado em uma infra-estrutura física e de serviços auxiliares que garantem conforto e segurança aos usuários.
          Os Shoppings surgiram nos Estados Unidos, na década de 50, estabelecendo modelos estruturais e operacionais que foram copiados, de imediato, pelos demais países.
          Na realidade, o Shopping Center, uma vez construído, pode dar origem a dois empreendimentos distintos: o primeiro reúne um investimento imobiliário que administra e promove o marketing conjunto e aluga as lojas para que se processe o segundo negócio que é o de vendas a varejo ou por atacado. A outra modalidade inclui a venda das lojas, cujos proprietários alugam ou desenvolvem seus próprios negócios e exercem a administração sob a forma de condomínio, mantendo as mesmas características físicas e ambientais que tipificam os Shopping Centers.
          No primeiro caso, locação de lojas, a administração é exercida por empresa criada pelos investidores quotistas que têm como remuneração do capital as receitas decorrentes do aluguel das lojas, descontadas as despesas operacionais e os impostos e encargos fiscais. O valor da locação é estabelecido como um percentual fixo do faturamento bruto da loja, obedecido um valor mínimo como limite inferior, evitando que lojas deficitárias se eximam do aluguel. Aquelas classificadas como "lojas âncora" se beneficiam com uma redução deste percentual. Os contratos oferecidos são por um longo prazo garantindo ao comerciante fixar um ponto por vários anos. Para que o aluguel móvel se faça sobre bases reais, o contrato inclui uma cláusula que garante ao locador o exercício de uma fiscalização intensa e constante do faturamento dos lojistas, de todos os registros de operações comerciais, concedendo o direito de realização de auditorias. As "Normas Gerais Complementares de Locação dos Salões Comerciais situados no Centro Comercial", adicionadas ao contrato de locação, permitem que a administração do Shopping interfira na utilização das lojas, em aspectos tais como:
          Construção do imóvel e sua destinação, modificações do projeto de construção; projetos e obras; utilização dos salões comerciais; as áreas de circulação e uso comum e dos serviços; o aluguel; a fiscalização do aluguel apurado com base nas vendas brutas; os encargos e despesas decorrentes da locação; a garantia das exigências dos poderes públicos; a cessão, sublocação ou empréstimo dos salões comerciais; o regulamento interno e a associação dos lojistas.
          A quantidade e a categoria das lojas, assim como os gêneros de comércio, são limitados segundo um critério preestabelecido em função das perspectivas de consumo da área de influência do shopping. Evita-se, desta forma, uma concorrência excessiva, ou predatória, limitando o número de lojas por gênero de comércio.
          O relacionamento entre a administração e os lojistas é geralmente estabelecido através da Associação dos Lojistas do Shopping que se encarrega dos programas desenvolvidos em comum. A Associação, por outro lado, procura conciliar os interesses de cada lojista, de ramos diferentes de negócios, que têm uma política de compra e venda particular e uma filosofia comercial diferente da do outro.
          Outros tipos de pontos de venda são os quiosques, boxes e carrinhos, que se distribuem ao longo dos corredores internos dos shoppings. Para atuar nesses espaços os comerciantes não precisam pagar luvas, entretanto, o preço do aluguel por metro quadrado costuma ser igual ou superior ao cobrado das lojas. O contrato inicial desses espaços costuma ser de dois meses e renovável se o comerciante se sair bem.
          No segundo caso, em que as lojas são vendidas, o valor das locações é estabelecido pelos proprietários das lojas e é, na sua maioria, bem inferior ao cobrado pelas administrações dos shoppings. Os serviços administrativos, operacionais e de manutenção são realizados pelo condomínio, e os relativos ao planejamento e marketing executados pela Associação dos Lojistas do Shopping que recebe uma contribuição mensal das lojas para execução destas atividades. Esse modelo vem se mostrando deficitário ao longo do tempo pois não conta na maioria das vezes com uma administração profissional, também não conta com um “Regimento interno” tão abrangente e ao contrário do primeiro caso as relações entre lojistas e administração sofrem com isso. Os gêneros de comércio permitidos nem sempre são estabelecidos, por convenção, no ato da compra da loja. Deste modo a instalação ou o aluguel de lojas podem fugir ao padrão ou à categoria definida para o Shopping, alem de não haver, impedimento ou restrições quanto ao número de lojas do mesmo gênero, que pode gerar uma concorrência predatória.
          O Shopping, independente da forma de administração (empresa ou condomínio), mobiliza um contingente expressivo de empregados que se encarregam da sua manutenção, segurança e conforto. Dispondo de ampla área construída, grandes espaços para estacionamento de veículos, de áreas de carga e descarga de mercadorias, subestações elétricas de alta tensão, instalações centrais de ar condicionado, sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, sistema de gás canalizado, segurança contra incêndios e patrimonial, contando ainda com um fluxo contínuo diário de milhares de pessoas, o Shopping Center se equipara a uma cidade exigindo uma estrutura de operação e manutenção de porte e de nível técnico aprimorado, o que requer a presença permanente de técnicos de nível médio e superior. Conta ainda com atividades que geralmente são terceirizadas, como os serviços de limpeza, sanitarização (dedetização e desratização), coleta de lixo, manutenção de jardins, etc. Além destas, mantém serviços jurídicos e contábeis, de marketing, de promoção e publicidade.

          quinta-feira, 26 de maio de 2011

          Agência de SP lança linha de crédito para franquias

          A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada
          Beth Matias, da Agência SEBRAE de Notícias - 17/05
          A Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento acaba de lançar uma linha de financiamento especial para o setor de franchising. A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada. A linha especial para franquias está dentro destes valores. Nos últimos dois anos, foram desembolsados R$ 300 milhões.
          A nova linha deverá atender aos negócios no modelo de franquia como modernização, ampliação e projetos de desenvolvimento da primeira franquia, a uma taxa de juros de 8% ao ano (+IPC/Fipe) e prazos que vão até 60 meses, com 12 meses de carência e financiamento de 70% do projeto.
          "Vamos também atender aos franqueadores que querem ampliar o seu negócio e também o empreendedor que precisa de crédito para abrir uma franquia", diz o presidente da agência, Milton Luiz de Melo Santos.
          Segundo a Associação Brasileira de Franquias (ABF), o faturamento do setor em 2010 foi de R$ 75,9 bilhões com geração de 777 mil empregos diretos.
          A Agência de Fomento Paulista atua como um banco de desenvolvimento e tem como objetivo financiar investimentos de pequenas e médias empresas com faturamento anual entre R$ 240 mil e R$ 100 milhões. Como não possui agências, a instituição opera por meio de parcerias com 50 entidades empresariais, por onde seus associados podem iniciar o processo de tomada de crédito.