"A Bonis Bona disce"

terça-feira, 23 de agosto de 2011

SERRA SUL SHOPING

O SerraSul Shopping será o maior e melhor shopping do sul de Minas. Um empreendimento nunca visto na região, com as melhores e mais completas opções de lazer, comércio, serviços e entretenimento.

Confira o mapa com a distribuição dos pontos de lojas.

Área do terreno: 145.154 m²
Área total construída: 30.050 m²
Área Bruta Locável (ABL): 21.300 m²
Nº de pisos: conceito de shopping horizontal, com apenas um pavimento
Nº de lojas: 150
Lojas de alimentação:10
Número de assentos (Praça de Alimentação): 576
Lojas-âncoras: 4
Megalojas: 2
Lojas-satélites:122
Lojas Life Style:9
Número de assentos – Life Style: 232
Cinema: 4 salas
Vagas no estacionamento: 1.650
Hipermercado:5.070,20 m²
 
 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

10 Mandamentos

Saiba que cuidados você deve tomar antes de ingressar numa rede de franquias e assinar o contrato com o dono da marca.
Revista PEGN - 16/06 - ABF Franchising
Apesar de o modelo de franchising estar em franca expansão no Brasil e no mundo, a abertura de um negócio não é garantia de sucesso. Se, por um lado, os empreendedores têm nas franquias a oportunidade de investir de forma mais segura do que num negócio próprio, por outro, as redes variam bastante no modo de funcionamento e no relacionamento com os franqueados. Para orientar quem deseja entrar nesse setor, a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com o consultor Marcus Rizzo, da Rizzo Franchise, e com a advogada Andréa Oricchio Kirsh, do escritório Cunha, Oricchio, Ricca, Lopes Advogados. Eles destacaram dez pontos importantes a serem observados antes da assinatura do contrato.
AFINIDADE COM O NEGÓCIO
Quem decide adquirir uma franquia, em geral, identifica-se diretamente com um determinado negócio. Na maioria das vezes, é aquele em que o interessado tem o hábito de consumo: roupas, alimentos, serviços. "Ao entrar no franchising, você vai ter de se dedicar quase integralmente ao seu negócio", diz a advogada Andréa Kirsh. "Se já é difícil se envolver com um trabalho quando se gosta, imagine se você não tem afinidade com ele."
CARA A CARA COM O FRANQUEADOR
Se a franquia de seu interesse é negociada por intermediários, cuidado. Eles são movidos pelo desejo de ganhar a comissão pela venda. Muitas vezes, fazem várias promessas que terão de ser cumpridas pelo franqueador. "A forma como você é atendido na hora da compra normalmente define como será atendido durante a operação", afirma o consultor Marcus Rizzo. Por isso, prefira fechar o negócio diretamente com o dono da rede. Além disso, investigue o franqueador da mesma forma que ele vai investigálo para saber se você será um bom franqueado. Ponto a favor se ele for associado à Associação Brasileira de Franquias (ABF). Dessa forma, estará obrigado a cumprir certas exigências, como apresentar o balanço para a análise da entidade.

SUPORTE DO DONO DA REDE
Fique atento a dois aspectos essenciais. Primeiro, o suporte pré-operacional oferecido pelo franqueador. Qual é a ajuda recebida antes e durante a implantação da franquia Depois, o apoio dado durante a operação. Como o franqueador auxilia a rede Qual a forma e a periodicidade com que faz isso
QUALIDADE DO TREINAMENTO
Conheça detalhes do programa de treinamento e veja se ele atende às suas necessidades. Avalie o tempo e a profundidade de cada curso, além da aplicação prática. O treinamento adequado cobre todas as atividades do chamado "front-office", da vitrine ao balcão, e também (principalmente) do "back-office".
TERRITÓRIO DEMARCADO
Caso a rede tenha lhe prometido exclusividade de atuação em determinado território, verifique se essa informação está clara no contrato. Esse tipo de cláusula evita que dois ou mais franqueados disputem mesmo público, o que pode ser negativo para ambos.
DOCUMENTAÇÃO LEGAL
É lei. Por meio da Circular de Oferta de Franquia (COF), o franqueador fornece dados detalhados do negócio e a lista completa das franquias, com telefone e endereço, incluindo as que se desligaram há pelo menos um ano. "Leia com cuidado e fique atento aos detalhes", diz Andréa Kirsh.
Informações importantes devem constar nessa circular, como a minuta do contrato e se o negócio exige dedicação integral e exclusiva. Após a entrega da COF, o interessado tem ao menos dez dias para avaliar se quer entrar no negócio. "Não assine nem pague nada antes desse período", afirma a advogada.
LUCRATIVIDADE DO NEGÓCIO
Por meio da Circular de Oferta, o franqueador fornece uma Demonstração do Resultado em Exercício (DRE) de uma operação pro forma. Também são informados os valores a serem investidos no negócio. Com isso, é possível avaliar a lucratividade esperada. Mas atenção: o tempo de validade do contrato deve ser maior que o de retorno do investimento. Se este for de três anos, o contrato deve durar cinco ou mais.
ESTRUTURA DE APOIO
Entenda cada cargo da estrutura de organização da franqueadora e verifique quantos e quais estão voltados para orientar e dar suporte ao franqueado no dia a dia da operação do negócio.
OPINIÃO DOS FRANQUEADOS
É muito importante que o candidato converse e verifique detalhes do negócio com pelo menos quatro franqueados, sendo dois com menos de dois anos de operação e outros dois com mais tempo no negócio. Entre outros pontos, verifique se os investimentos que o franqueador aponta como necessários condizem com a realidade. Não se esqueça de, ao final, perguntar para cada um se compraria outra franquia dessa mesma marca. Se sim ou não, por quê
CONTRATO DE FRANQUIA
Normalmente, o contrato de franquia não é negociável. "Desconfie do franqueador que aceita alterar cláusulas solicitadas e abre espaços para negociar o contrato. Em franquias, 'fez para um, faz para todos'", afirma Marcus Rizzo. O contrato deve espelhar claramente as condições ofertadas pelo negócio avaliadas por você e importante não pode omitir detalhes sobre a renovação.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pós-Recon: as últimas tendências de shopping centers

Foi realizada no último dia 27 a Pós-Recon, que apresentou as principais informações e novidades do maior evento do setor de shopping centers do mundo, a Recon Las Vegas. Tendo como destaques o debate de temas como sustentabilidade, experiência de compra e tendências do mundo dos malls, a feira expôs dados inovadores do mercado, apresentados pelo sócio-diretor da BrandWorks e especialista em shoppings Luiz Alberto Marinho.

Realizada entre 22 e 25 de maio no estado de Nevada, nos Estados Unidos, a Recon Las Vegas confirmou, mais uma vez, a necessidade da criatividade em ações, projetos e decoração de shopping centers, mostrando que o conceito de malls vem ganhando uma nova versão em todo o mundo.

`No passado, os shoppings eram predominantemente prédios fechados, escuros e ocupados por lojas. Os novos projetos agora exploram largamente o uso de espaços abertos, onde as pessoas possam ver o céu e até tomar chuva. Mesmo shoppings mais antigos, que nasceram com o conceito de caixotes fechados, começam a agregar boulevares e praças`, comentou Marinho.

`Uma característica importante dos shoppings no século 21 é o foco no entretenimento - os empreendimentos que conseguirem oferecer maior e melhor diversão saem na frente. Isso inclui não apenas cinemas e áreas de recreação, mas também diferentes opções gastronômicas`, explicou o especialista, acrescentando que, hoje, opções gastronômicas já começam a ser tidas como âncoras em malls internacionais.

Outra tendência do mercado é a construção de complexos com áreas de uso misto, onde varejo, escritórios, hotéis, lazer e edifícios se misturam. Outlets e `lifestyle centers` também ganharam atenção especial na apresentação, se revelando como bons exemplos de sucesso, apesar de serem direcionados a diferentes públicos.
Atraindo a atenção de frequentadores em busca de lugares agradáveis onde não vão necessariamente para fazer compras, os lifestyle centers cativam o público por meio de opções de lazer, sendo possível encontrar diversão e descanso para crianças e adultos nos locais.

Direcionado para os que têm como foco principal ofertas e compras, os outlets mostram uma estrutura oposta dos lifestyle centers, abrigando lojas mais simples que as tradicionais e sem a preocupação com itens que compõem o concito de `experiência de compra`.

`Comprar marcas boas com preços baixou virou moda entre os americanos após a crise de alguns anos atrás e, com isso, os outlets têm ganhado cada vez mais espaço entre as escolhas do público americano. Hoje nos Estados Unidos, inclusive, a frequência de clientes nesse modelo de empreendimento já se equipara à frequência dos shopping centers `, contou o especialista.

Ressaltando a presença da preocupação com ações sustentáveis nos projetos dos shoppings atuais, o evento citou economia, ambiente e sociedade como os três pilares da sustentabilidade em malls. De acordo com o conteúdo apresentado na Recon, é preciso equilibrar estes três itens para que projetos sustentáveis possam sair do papel.

`Isso tudo reflete uma mudança importante na cabeça do consumidor, que hoje vai aos shoppings movido não mais pela necessidade e sim pelo desejo de se sentir bem, o que obriga essa indústria a deixar de construir templos de consumo e abraçar a ideia de centros de diversão, conveniência e convivência`, concluiu Marinho.

Fonte: ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers

quarta-feira, 15 de junho de 2011

BÊ-Á-BÁ DO FRANCHISING

Copie a URL abaixo, cole na barra de navegação e obtenha informações do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior, sobre Franchising.
http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1196794000.pdf